Sábado, 02 de Fevereiro de 2002, 22h:43 A | A

O italiano que está em você - ins36

u Ogni italiano è un italiano. Io - nessuno come me - solo io lo so, faccio, conosco... sono espressioni della forte identità storico culturale italiana.

 

In un momento d’ispirazione, questo atteggiamento culturalmente congenito dell’italiano gli apre nuovi orizzonti di vita, di autonomia e di progresso. Essere contro tutto e contro tutti è un atteggiamento genetico che si verifica al meno una volta nel corso della dita di ogni italiano, espresso un una sana ribellione, sempre piena di buone rivincite, di sogni fantastici, di speranze infinite, popolarmente tradotti come: “Che vada tutto ed ognuno alla merda, meno io, ché tutte le merde sono occupate”.

L’essere contro tutto e contro tutti è una rinascita, una resurrezione, un nuovo e fecondo impadronirsi del proprio io, è il sogno della propria identità, come base della libertà, è il coraggio di cominciare, con le armi del proprio arsenale, la costruzione dell’autonomia e della libertà proprie dalla fede, dalla speranza e dal lavoro.

Beto Barbarani, in noto poema dialettale (vedi quadro), esprime gli oggi quasi 70 milioni d’italiani e discendenti i cui antenati hanno mandato tutto a quel paese, per ricominciare da capo. L’Italiano, come cittadino del mondo, ripete la Genesi della Creazione, con le sue impronte umane e culturali. Dove c’è un italiano, c’è una veemenza, una irriverenza, una forza scatenata, una fede profonda o una bestemmia iraconda. Me c’è sempre vita, vigore, sogno, costruzione e speranza.

L’Italiano ha creato, crea e creerà il mondo alla sua immagine, perché è un creatore predestinato.

Ma, e l’unità italiana?

- L’unità porterà avanti il sogno dell’indomani.

La forte individualità progetta l’io italiano, che si attua nelle scienze, nelle arti e nella religione, con singolarità mondiale.

L’amorfismo e l’abulia non fanno parte del menù umano e culturale dell’Italiano. Senza essere irrequieto, senza agitarsi, l’Italiano sarebbe in pensionato per la vita. Vive lottando, per morire lavorando. C’è un detto dei nostri antenati riguardo la posizione italiana verso la vita: Sol more quel che se desméntega de tirar el fià. Muore solo quello che si dimentica di respirare, per dire che non avanza tempo per le sciocchezze. Ciò che importa è che ognuno faccia la sua parte e Dio che faccia quello che vuole. Il volere di Dio è rispettato quando ognuno fa la sua parte ed è questa la proposta dell’Italiano.

 

Pensa te stesso come italiano, pensa la tua storia, pensa la sicurezza che hai abbandonato, le speranze e sogni che hai tradotto in realtà attraverso la tua creatività personale, familiare e sociale, perché io continui a scrivere


u Cada italiano é um italiano. Eu - mais ninguém como eu - só eu sei, faço, conheço... são expressões da forte identidade histórico-cultural italiana.

 

Num momento de inspiração, essa postura culturalmente congênita do italiano abre-lhe novos horizontes de vida, de autonomia e de progresso. Ser contra tudo e contra todos é uma atitude genética que acontece alguma vez no curso da vida de cada italiano, expressa numa revolta sadia, sempre de boas revanches, de sonhos mirabolantes, de esperanças infinitas, que popularmente assim se traduz: - Que vá tudo e vão todos à merda, menos eu, porque todas as merdas estão ocupadas.

O ser contra tudo e contra todos é um renascimento, uma ressurreição, uma reapropriação fecunda do próprio eu, é o sonho da própria identidade, como base da liberdade, é a coragem de começar, com armas do próprio arsenal, a construção da autonomia e da liberdade próprias pela fé, pela esperança e pelo trabalho.

Berto Barbarani, em conhecido poema dialetal (ver quadro), expressa os hoje quase 70 milhões de italianos e descendentes cujos antepassados mandaram tudo às favas, para começar tudo de novo: O Italiano, como cidadão do mundo, reprisa a Gênese da Criação, com suas marcas humanas e culturais. Onde há um italiano, há uma veemência, uma irreverência, uma força incontida, uma fé profunda ou uma blasfêmia iracunda. Mas sempre há vida, vigor, sonhos, construção e esperanças.

O Italiano criou, cria e criará o mundo à sua semelhança, porque é um criador predestinado.

Mas, e a unidade italiana?

- A unidade continuará o sonho do amanhã.

A forte individualidade projeta o eu italiano, que se concretiza na ciências, nas artes e na religião, como singularidade mundial.

O amorfismo e a abulia não fazem parte do cardápio humano e cultural do Italiano. Sem ser irrequieto, sem se agitar, o italiano estaria aposentado para a vida. Vive lutando, para morrer trabalhando. Há um provérbio de nossos antepassados que refere a posição italiana face à vida: Sol more quel che se desméntega de tirar el fià. Só morre o que esquece de respirar, para dizer que não sobra tempo para frescuras. Importa que cada um faça a sua parte, e Deus que faça o que quiser. O querer de Deus é homenageado pelo cada um fazer a sua parte, que é a proposta do Italiano.

Pense-se como italiano, pense a sua história, pense as seguranças que abandonou, as coisas que mandou ao espaço e as esperanças e sonhos que você traduziu em realidade, através de sua criatividade pessoal, familiar e social, para eu continuar escrevendo.

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