Quinta-Feira, 01 de Novembro de 2001, 22h:26 A | A

O italiano que está em você - ins35

u “È il buon campanilismo che fa la differenza, che dà struttura all’identità, che è l’antidoto alla globalizzazione inconseguente, che fa sì che le differenze italiane s’impongano in Italia  e nel mondo, perché ogni italiano, dovunque, si crede differente e unico”.

Il processo d’identità ha la sua struttura nel contesto familiare, sia sulla famiglia tradizionale, organizzata sull’etica, la civiltà e la religione, sia quella che rappresenta il punto di riferimento fra genitori e figli.
Identità è un processo basico della personalità, diviso in autoimmagine e autostima.
L’autoimmagine vale come autoritratto e l’autostima, come autoconcetto.
Tramite l’autoimmagine uno si configura come piacevole, gentile, simpatico e... viceversa.
Tramite l’autostima uno di valuta, dà al modello di sé attributi d’intelligenza, competenza o d’incompetenza.
L’autoimmagine è autopercezione: l’autostima riguarda l’auto-eteropercezione.
Nell’autoimmagine ci valutiamo, nell’autostima ci sentiamo valutati.
Dal sentirsi con se stessi e dal sentirsi con gli altri il risultato è l’identità personale.
Ci sarà un’identità, come autoimmagine e autostima etnica uniforme e unica?
Ci sarà un’identità etnica italiana unitaria?
 Che cos’è essere italiano, insomma?
Le etnicità sono definite da stereotipi o da peculiari definizioni d’identità?
Si pensi a qualcuno che voglia poter affermare: così si definisce l’Italiano.
Un’Italia politicamente unificata non corrisponde a un’Italia unificata psicologica e esistenzialmente, come un organismo demografico.
L’identità personale ha alla base la struttura familiare e si esprime in consonanza o in dissonanza delle circostanze sociali ed ecologiche.
Nei nostri testi, elencheremo dei possibili fattori che differenziano gli italiani in generale e gli italiani in particolare, oppure gli italiani fra di loro.
In ambito generale, cerchiamo stereotipi nazionali. In quello particolare, cerchiamo stereotipi regionali, provinciali, comunali, di gruppi (contrade) e familiari.
Se affermassimo che c’è una sola forma d’amare e che l’amore di ieri è lo stesso di oggi, avremmo un’equazione matematica dell’amore.
Così, se diciamo che l’italiano di ieri, del nord, del centro, del sud è lo stesso, avremmo anche un’equazione matematica.
Ma in ambedue i casi, avremmo dei risultati freddi da fredda matematica, senza calore e senza sangue.
E qui la prima caratteristica, che indicherei, dell’italiano, aspettando un’opinione del lettore:
- l’italiano è un essere umano caldo, vibrante, dal sangue grosso, diviso in due poli: quello dal grande amore o dal grande odio. L’italiano indifferente per quanto riguarda i sentimenti non esiste.
E la conclusione e/o interrogazione che farei è questa:
Ci sarà un italiano freddo, controllato, matematico, senza nessun’esagerazione? Senza un grande amore? senza un grande odio? Sarà la neutralità una virtù italiana? Se esistono scarafaggi in Italia, avrà l’italiano il “sangue di scarafaggio”?
Il calore, il sangue, l’odio, l’amore, la passione, l’attaccamento, l’orgoglio, il lavoro, la bellezza, la filosofia di vita, la beffa, la fede, la fiducia, la sfiducia, l’anti-tutto... Ci sarà nell’italiano come un tutto, integrale, che possa essere così descritto:
- Questo è tipicamente l’italiano.
Se domando a qualcuno, qui in Brasile: Da quale paese sei? e lui mi risponde: Sono italiano, e se faccio la stessa domanda in Italia, alla stessa persona, quella mi dirà: Sono romano, pugliese, calabrese, siciliano, veneto, lombardo... Se faccio la stessa domanda a Cremona, la persona mi potrebbe dire: sono di Ca’ de Sorresini...
Quando si afferma che uno è campanilista, spesso si pensa a qualcosa di negativo. Anzi. È il buon campanilismo che fa la differenza, che dà struttura all’identità, che è l’antidoto alla globalizzazione inconseguente, che fa sì che le differenze italiane s’impongano in Italia e nel mondo, perché ogni italiano, dovunque, si crede differente e unico. Per questo c’è il pesto alla genovese, il formaggio parmigiano, e - oltre all’infinito elenco di buoni vini, c’è l’italiano che non si stacca dall’ex-familiare crinto, come il vino migliore, perché si crede il miglior italiano del mondo.
Definisca la Sua forma d’italianità e mi trasmetta la Sua opinione perché io continui a scrivere.


u “É o bom bairrismo que faz a diferença, que estrutura a identidade, que é o antídoto à globalização inconseqüente, que faz as diferenças italianas se imporem na Itália e no mundo, porque cada italiano, em qualquer parte, se considera diferente e único”.

O processo de identidade se estrutura no contexto familiar, seja a família tradicional, organizada segundo padrões éticos, civis e/ou religiosos, seja a família como referencial de relações entre pais e filhos.
Identidade é um processo básico da personalidade, dividido em auto-imagem e auto-estima.
A auto-imagem se equivale ao auto-retrato, e a auto-estima, ao auto-conceito.
Pela auto-imagem, alguém se configura como agradável, amável, simpático, ou... vice-versa.
Pela auto-estima, alguém se avalia, se valoriza como inteligente, competente, incompetente.
A auto-imagem é auto-percepção; a auto-estima se refere a auto-étero-percepção.
Na auto-imagem nos avaliamos; na auto-estima nos sentimos avaliados.
Do sentir-se consigo mesmo e do sentir-se com os outros, resulta a identidade pessoal.
Haverá uma identidade, como auto-imagem e auto-estima étnica uniforme e única?
Haverá uma identidade étnica italiana unitária?
O que é mesmo ser italiano?
As etnicidades se definem por estereótipos, ou por peculiares definições identitárias?
Imagine-se alguém que se arrogue poder dizer: o Italiano assim se define.
Uma Itália unificada politicamente não corresponde a uma Itália unificada psicológica e existencialmente, como um todo demográfico semelhante.
A identidade pessoal tem bases na esturutra familiar e se expressa em consonância ou dissonância das circunstâncias sociais e ecológicas.
Em nossos textos, elencaremos possíveis fatores que diferenciem os italianos em geral e os italianos em particular, ou italianos entre si.
No geral, buscamos estereótipos nacionais. No particular, buscamos estereótipos regionais, provinciais, municipais, grupais (contradas) e familiares.
Se disséssemos que há só uma forma de amar, e que o amor de ontem é o mesmo  de hoje, teríamos uma equação matemática do amor.
Assim, se dissermos que o italiano de ontem, do norte, do centro, do sul é o mesmo, teríamos uma equação matemática também.
Mas, em ambos os casos, teríamos resultados frios de fria matemática, sem calor e sem sangue.
E aqui a primeira caraterísitica que apontaria do italiano, esperando a opinião do leitor:
- O italiano é um ser humano quente, vibrante, de sangue grosso, dividido em dois pólos - o de um grande amor, ou o de um grande ódio. O italiano brocha em sentimentos não existe.
E a conclusão e/ou interrogação que faria é esta:
Haverá um italiano frio, comedido, matemático, sem qualquer exagero? Sem um grande amor? Sem um grande ódio? Será a neutralidade uma virtude italiana? Se existem baratas na Itália, terá o italiano sangue de barata?
O calor, o sangue, o ódio, o amor, a paixão, o apego, o orgulho, o trabalho, a beleza, a filosofia de vida, o deboche, a fé, a crença, a descrença, o anti-tudo ... existirá no italiano como um todo conjunto, que se possa dizer:
- Isto é tipicamente o italiano.
Se eu perguntar, aqui no Brasil, a alguém: De que país você é? e ele me responder: sou Italiano, e fizer a mesma pergunta, na Itália, à mesma pessoa, ela me dirá: Eu sou romano, pugliese, calabrese, siciliano, vêneto, lombardo... Se fizer a mesma pergunta em Cremona, a pessoa poderá dizer-me: Eu sou de Ca’ de Sorresini...
Quando se diz que alguém é bairrista, se pensa em algo negativo. Ao contrário. É o bom bairrismo que faz a diferença, que estrutura a identidade, que é o antídoto à globalização inconseqüente, que faz as diferenças italianas se imporem na Itália e no mundo, porque cada italiano, em qualquer parte, se considera diferente e único. Por isto, existe o pesto genovese, o queijo de Parma e, além do infindo rol de bons vinhos, há o italiano que não se desapega do ex-familiar crinto, como o melhor vinho, porque ele se crê o melhor italiano do mundo.
Defina a sua forma de italianidade e emita sua opinião para eu continuar escrevendo.

Postar um novo comentário

Captcha

Comentários

  • Comente esta notícia


Copyright © 2014 - SOMMO Editora Ltda - Fone/Fax (041) 3366-1469 - Caixa Postal: 4808 - CEP: 82960-981 - Curitiba/PR